PicPay chega aos 12 anos como segundo maior banco digital do país

Em setembro de 2024, o PicPay celebrou seu 12º aniversário consolidado como o segundo maior banco digital do Brasil em número de clientes, com um modelo de negócios robusto e rentável. Fundada em Vitória, no Espírito Santo, a empresa começou como uma fintech com apenas oito funcionários. Hoje, são cerca de 4,5 mil colaboradores e 57 milhões de contas abertas, das quais, 36 milhões são ativas.

Desde sua fundação em 2012, quando Anderson Chamon, cofundador e atual vice-presidente da companhia, idealizou um aplicativo que permitisse pagamentos sem taxas ou restrições de horário, o PicPay se destacou por ser pioneiro nas transferências instantâneas, muito antes do Pix.

Chamon lembra que a maior dificuldade da empresa era convencer as pessoas de que pagamentos seriam realizados pelo celular, algo que ainda não fazia parte do dia a dia. “Não havia nada parecido no mundo naquela época. A quebra de paradigma era tanta que, antes de demonstrar o valor da organização, tivemos que defender a tese de que os smartphones se popularizariam, para que, a partir daí, o negócio pudesse dar certo.”

Virada de chave

O grande salto no crescimento e na maturidade institucional ocorreu especialmente nos últimos quatro anos, fruto da união de um time formado por nomes experientes do mercado financeiro e de pagamentos do país com mentes inovadoras que acreditavam na disrupção do sistema bancário.

“Nos últimos quatro anos, ampliamos nosso portfólio, lançando, em média, um novo produto ou serviço por mês. Esses produtos combinam o que todo brasileiro precisa para o seu dia a dia financeiro, mas estão em uma experiência muito mais inovadora e totalmente única. Isso é reflexo dos valores e do que acreditamos dentro de casa. Essa crença nos fez chegar a mais de 36 milhões de usuários ativos e ao topo dos bancos digitais no Brasil”, destaca Eduardo Chedid, CEO do PicPay.

A visão estratégica do mercado financeiro, aliada ao DNA inovador, preserva o espírito disruptivo do PicPay. Ao mesmo tempo, a empresa consegue ser mais do que um banco, com a mesma agilidade de uma fintech na tomada de decisões, ganho de eficiência e aceleração do crescimento.

Essa dinâmica levou a companhia a atingir o break-even no quarto trimestre de 2022, 18 meses antes do previsto. Desde então, acumula resultados positivos: nos primeiros seis meses de 2024, o PicPay reportou lucro de R$ 62 milhões – quase o dobro do registrado no ano anterior –, comprovando a solidez da companhia e o sucesso da estratégia focada na rentabilidade.

A receita aumentou 50% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 2,4 bilhões. O total payment volume (TPV) registrou um salto de 66%, somando R$ 189 bilhões.

Além disso, em apenas seis meses, a carteira total do PicPay somou R$ 6 bilhões, um aumento de 62% em comparação com o primeiro trimestre. A originação de empréstimos no primeiro semestre chegou a R$ 2,7 bilhões, salto de 230% na base anual. Mantendo a aposta de um mix saudável entre produtos com e sem garantia.

“Esse desempenho reflete a maturidade do nosso modelo de negócios e o sucesso na diversificação das nossas receitas. Seguimos focados em aprimorar a eficiência da operação ao mesmo tempo que ofertamos uma experiência inovadora para os nossos usuários”, complementa Chedid.

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Em 2024, a companhia também se consolidou como referência em inteligência artificial generativa no setor financeiro e é líder no avanço do open finance no Brasil.

Laura Pausini
Laura Pausini

Jornalista pela Universidade do Sul Paulista, Analista de Conteúdo e Redatora há 5 anos, especializada em serviços financeiros, com foco em cartões de crédito e empréstimos. Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Metropolitana, atua como Redatora Web SEO e Analista de Conteúdo Pleno no setor.

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